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24/04/2008
Abordagem da mídia sobre a morte da menina Isabella é alvo de análises
do clipping da ANDI
Em artigo publicado no Correio de Sergipe, a jornalista Eliane Cantanhêde destaca a abordagem da imprensa com relação ao caso da menina Isabella. A autora aponta que a mídia está fazendo um sensacionalismo quando divulga algo sobre a morte da criança.
“É como se as câmeras e microfones invadissem um pouco da dor da menina para distribuir e animar a torcida. Apesar desses fatos, a exposição do caso serve de alerta para que todos tenham mais paciência, mais compreensão, e, sobretudo, mais cuidado com as crianças”, diz.
Eliane conclui que seria irreal pedir menos ímpeto da imprensa e o fim da monumental curiosidade mórbida da sociedade. Então, o mínimo que se pode esperar é que, ao vasculhar toda a história, os seus resultados sejam para fazer o bem, não o mal.
Ibope – Colunista da Folha de S. Paulo, Daniel Castro afirma que a o número de telespectadores de telejornais está aumentando por conta da cobertura do episódio. “A audiência desses programas cresceu até 46% na primeira quinzena deste mês em relação ao mesmo período de março”, diz.
De acordo com a nota, o sucesso explica em parte o investimento na cobertura. As redes mobilizam equipes de repórteres, produtores e cinegrafistas para fazerem plantões permanentes, até de madrugada, em casas de parentes da menina e delegacias.
Fonte: Correio de Sergipe (SE), Eliane Cantanhêde; Folha de S. Paulo (SP), Daniel Castro – (18/4)
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