Apesar dos avanços, há necessidade de muitas melhorias nas áreas de saúde, educação e cultura
do clipping da Andi
A mortalidade infantil baixou, a quantidade de alunos na pré-escola dobrou e o trabalho de crianças foi reduzido pela metade nesses 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente. Os números evoluíram na primeira década, mas ainda precisam melhorar, reconhece Sergio Mindlin, presidente da Fundação Telefônica, que deve investir até o final do ano cerca de R$ 25 milhões em programas de combate ao trabalho infantil (80%) e de atendimento a jovens em conflito com a lei (20%). O maior avanço, para Mindlin, é a visibilidade que o ECA deu às questões da criança e do adolescente. Ele explica que, com o Estatuto, esses assuntos estão em todos os lugares - na fábrica de alimentos preocupada com a saúde das crianças, nas empresas que investem em projetos de melhoria da qualidade do ensino público e até nos diálogos das novelas de tevê.
Fonte: Valor Econômico (BR), Silvia Torikachvili – 28/07/2010