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Adoção e abrigamento de crianças
06 de janeiro de 2006
CAMILA DE SOUZA
da redação do RISolidaria
Os abrigos, que deveriam ser uma moradia temporária para crianças e adolescentes separados da família, é um depósito de meninos e meninas pobres. A conclusão está no estudo do Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas (Ipea), feita junto a 589 abrigos espalhados por todo o Brasil. As crianças, apesar de ter ainda algum vínculo com a família, ficam afastadas do convívio.
Outra questão ligada ao abrigamento é a adoção, que ocorre quando a família deixa de exercer o poder familiar sobre a criança ou o adolescente, porque aquelas que estão em abrigos acabam sendo disponibilizadas para adoção. O ato de adotar ainda é visto com mitos e preconceitos no País, mas entidades e movimentos sociais buscam mudar essa realidade.
Veja os destaques sobre adoção e abrigo:
Grupos de incentivo à adoção buscam derrubar mitos e preconceitos
Abrigos se tornam depósitos de crianças pobres, revela pesquisa do Ipea
Conheça a experiência da Casa Abrigo Taiguara
Veja como a CORASSOL trabalha a questão do abrigamento